Decisões: O que eu GANHO e o que eu PERCO!

DICE 8-BWDizem que a morte é a única certeza que temos na vida. Eu discordo um pouco dessa afirmação. Mudanças também é uma certeza. Elas vão acontecer, queiramos nós ou não, elas vão. E sempre quando mudanças acontecem, vem acompanhadas de decisões que nem sempre são fáceis. Arrisco a dizer que normalmente são muito difíceis e doloridas.

Sou uma pessoa que não se adapta muito bem a zona de conforto. Quando me vejo nessa situação, alguma coisa martela na minha cabeça: Se mexa!

Depois de alguns anos de treinamentos e estudos em auto-conhecimento, hoje consigo identificar esse sinal de que preciso me mexer, com extrema facilidade.

Acho até que isso facilita um pouco minhas tomadas de decisões, mas não pensem que meso assim se torna algo fácil e indolor. Não. Não é.

Após identificar esse sinal, o que fazer?

Bem, daí em diante entramos no processo de decisão. Na minha visão é composto pela identificação das variáveis que irão me dar subsídios em uma melhor decisão, muitas discussões internas com base nas informações que extrairei dessas variáveis, coleta de opiniões – lembrem-se, você está pedindo opinião – de pessoas em quem confio e enfim formulo minha decisão.

Não é incomum pessoas me abordarem solicitando ajuda em seus processos decisórios. Especialmente no que diz respeito à decisões de mudanças de vida pessoais e profissionais. Primeiro digo que eu não posso achar nada. As variáveis que uso em meus processos de decisão não serão as mesmas que elas usarão em seus processos. Entretanto, minha ajuda vai em forma de questionamento. Questionamento esse que faço para dar início ao meu processo de tomada decisão e que qualquer pessoa pode fazer.

O que você GANHA e o que você PERDE, tomando ou não tomando uma decisão?

Uma ferramenta simples, fantástica e extremamente poderosa que auxilia em qualquer que seja a decisão que precisemos tomar na vida.

Eu uso tanto que treinei meu cérebro a ponto de, para algumas decisões, ele conseguir responder a esse questionamento de forma automática, o que me dá agilidade e tranquilidade de estar tomando a melhor decisão naquele momento.

O amigo e Coach Carlos Alberto Xavier Xavier, apresenta essa ferramenta de forma bem simples e didática em seu vídeo, que compartilho com vocês neste post através do link abaixo.

http://pilotesuavida.blogspot.com.br/2016/01/escolhas-ganhos-e-perdas.html?spref=fb

Ganhem um tempo assistindo ao vídeo, que é bem curto, leiam o artigo e comecem a usar essa ferramenta.

Vocês perceberão que por mais dolorida e difícil que seja uma decisão, ao menos terá a certeza de que estará seguindo o melhor caminho naquele momento.

Enjoy it!!!

‪#‎DicadoEd‬ ‪#‎Escolhas‬ ‪#‎Mudancas‬ ‪#‎PiloteSuaVida‬ ‪#‎AutoConhecimento‬‪#‎AVidaEhUmaSoh‬

Deixe suas impressões sobre esse post nos comentários. Terei o maior prazer em respondê-los.

Abraços.

Retomando a Rotina de Publicações…

recomeço

Olá queridos amigos…

Quase 4 anos se passaram desde meu último artigo.

Escrever para mim é uma fonte inesgotável de aprendizado e conhecimento, e confesso que estava fazendo falta essa rotina de publicações.

Após todo esse tempo de “clausura”, retomo novamente essa rotina.

Estou preparando uma série de artigos com o intuito de refletirmos sobre a maturidade e o nível de qualidade de serviço e produtos que estamos presenciando atualmente, especialmente no Brasil.

Essa série de artigos se baseará no estudo que venho realizando de algumas empresas, e algumas delas classificadas com altíssimo nível de excelência em qualidade de serviços, produtos e cuidado com o cliente. Disney e Cirque du Soleil estão entre elas.

Em relação a essas duas, em especial, tive a oportunidade de conhece-las de perto como consumidor de seus produtos e serviços, e tentarei passar um pouco dessa experiência que tive tanto no Brasil quanto no exterior.

A intenção é fazer um paralelo entre o que pesquisei(teoria) e o que de fato presenciei(prática), para apresentar a vocês uma melhor percepção. Claro baseado na visão que eu tive do que vi e li.

A ideia é a elaboração de uma série de artigos, que surgiu a partir da preparação de uma aula sobre maturidade de software, em que usei essas empresas e outras empresas nem tão grandes e conhecidas assim, como exemplo.

A cada semana devo publicar um novo artigo, e o primeiro está previsto para sair do forno na próxima terça-feira (16/09).

Espero que gostem, curtam e aproveitem essa viagem que para mim está sendo bastante gratificante e prazerosa. É bom estar de volta na cia de vocês.

Um grande abraço a todos e sejam novamente muito bem-vindos. 🙂

Automatização de Processo de Teste: Qual o melhor momento?

 

Consideramos a área de automação de teste bastante interessante, e não nos surpreende que seja a menina dos olhos de muitas companhias quando se fala em implantação de processo de teste de software. Assim como em todo este nosso imenso país, estamos ainda engatinhando em relação à disciplina de Teste de Software e o mercado goiano não é diferente, o qual, em meu ponto de vista, está aquém do restante do país. Algo precisa ser feito rápido, caso os empresários queiram realmente fazer frente às demais empresas de software do país e principalmente do exterior.

Histórica e culturalmente no Brasil, temos a idéia de que vamos encontrar uma ferramenta que resolverá todos os nossos problemas, e de um dia para o outro tudo estará solucionado sem grandes esforços ou investimentos. Mas a realidade é bem diferente disso.

A automação é algo extraordinário e realmente faz com que a empresa tenha ganhos substanciais também no que tange ao processo de teste de software. Entretanto, se, e somente se, a empresa estiver preparada para tal.

Certa vez assisti a uma palestra do consultor de empresas Waldez Ludwig, na qual afirmara que se um processo não é bem executado, a automatização somente faria com que esse mesmo processo continuasse sendo mal executado, só que de forma bem mais rápida. Acredito que não é exatamente esse o objetivo que almejamos para nossas empresas.

Em algumas das empresas nas quais prestei consultorias, existia a crença de que a aquisição pura e simples de uma ferramenta para automatização do teste trará agilidade à empresa. Vejo isso com receios, pois se na organização não existir processo bem fundamentado, pessoas engajadas e conhecedoras desse processo, e não existir principalmente uma cultura voltada ao funcionamento e melhora contínua do processo, como vão conseguir agilidade simplesmente na aquisição de uma ferramenta de automação? Como vão conseguir agilidade em algo que ainda não sabem realmente como fazer?

É preciso investir? É preciso ser ágil? A resposta é sim, entretanto investir de forma correta, com planejamento, cuidado e principalmente sabendo em que terreno estamos pisando. Quantificar o risco é fundamental quando falamos em implantar algo novo em uma empresa. Acreditamos firmemente que avançar sem sustentabilidade não seja o melhor caminho para se alcançar o objetivo almejado e atingir a tão sonhada agilidade.

Recentemente li o livro "The Mythical Man-Month" sob autoria de Frederick P. Brooks Jr, onde faz ensaios sobre o processo de desenvolvimento e gerenciamento de projetos de software. Uma das analogias que chama a atenção foi a transcrição de um trecho do “menu” de um restaurante de “New Orleans” (EUA): "Cozinhar bem leva tempo. Se fazemos você esperar é para servi-lo melhor e deixá-lo satisfeito." Essa frase faz todo sentido em um processo de software e podemos perfeitamente transcrevê-la para projetos de implantação de processos. Precisamos seguir com cuidado, analisando cada passo, cada resultado e avançar até atingirmos um produto realmente consistente, "saboroso".

Vejam que não estamos falando de qual fogão, panela ou colher escolher para se fazer um belo e saboroso prato. Estamos falando primeiro de processo. Sem saber o como preparar e cozinhar o alimento, de que adianta termos um belo fogão e um belo aparelho de jantar? A necessidade em se ter excelência é antes de tudo conhecer bem o processo pelo qual usaremos para chegar ao nosso objetivo. À medida que aprimoramos esse processo, sentimos a necessidade de evolução, e é essa necessidade que nos remete à busca da agilidade, automatização.

Precisamos compreender que as empresas são feitas e conduzidas por pessoas e sem elas o negócio não existe. E todos nós, como seres humanos, nascemos e crescemos em diferentes ambientes e isto, por si só nos faz adquirir hábitos e culturas diferentes. Assim também são as empresas, cada qual com seu ambiente e sua cultura. Ao adotarmos um processo, afetamos diretamente a cultura organizacional que deve ser trabalhada de forma contínua, sem atropelos e com todos engajados pela mudança. Somente assim conseguiremos atingir a maturidade na execução do processo e saberemos com maior assertividade escolher qual(is) ferramenta(s) de automatização processual mais se adequa(m) à organização, eliminando equívocos e principalmente gastos desnecessários.

Atingimos então, a tão sonhada agilidade e porque não, a uma redução de custo. Mas o melhor de tudo isso é que chegamos a qualquer custo. Chegamos de forma consistente, sustentável, de forma sistemática e principalmente criteriosa. Diz o ditado, “Se não sabemos onde queremos chegar, qualquer caminho é um caminho válido.” O problema disso, é que às vezes o caminho pode ser longo e tortuoso. A escolha, no entanto, fica a critério de cada um.

Edwagney Luz

Acelerando…

senna_toleman(Imagem extraída do blog RacingPassiòn)

Hoje foi um dia interessante no Twitter. Comecei a responder ao meu irmão sobre oportunidades e outros amigos se identificaram com o tema e começaram a me questionar sobre isso. Saí com a seguinte frase:

Oportunidades não precisam aparecer ou serem oferecidas a nós. Elas de alguma forma SEMPRE existiram e SEMPRE existirão, basta querermos acreditar nelas.

E esse tema acabou me remetendo a alguns dias atrás, quando estive na cerimônia de formatura do meu MBA. Por livre e expontânea “pressão” de meus amigos, fui “obrigado” a ter que levar um par de pernas postiças e bem resistentes para que eu pudesse não cair diante de todos no momento em que discursava em nome da turma. Foi algo simples, mas não é mole não… Alegre

O tema que escolhi foi “medo”, por isso disse no início deste texto que se adequava à oportunidade.

Descrevo então, com alguns ajustes, o que disse aos meus amigos e convidados.

Pavor, medo, essas são palavras que me descrevem nesse momento!

Falar em público já não é mistério em minha vida, já que dou aulas há algum tempo. Mas o simples fato de pensar em falar para um público tão seleto de profissionais, notáveis mestres e doutores, certamente mexe com o emocional e a grande responsabilidade é responsável por nos deixar com um certo pavor. Mas aqui estou!

Esse frio na barriga SEMPRE vai aparecer nessas horas. Queiramos nós ou não. É sempre assim. A primeira aula em uma nova turma é assim, porque aqui não seria?

Certa vez via uma entrevista com um dos grandes desportistas que o Brasil já teve, Airton Senna. Em um dos trechos dessa entrevista, ele disse que o medo o fascinava. Achei aquela frase um tanto quanto estranha, mas vindo de quem vinha, deveria fazer algum sentido.

Particularmente, sou um admirador fanático por corridas de automóvel. E inevitavelmente um dia ia sentar no “cockpit” de um carro de corrida, o que acabou acontecendo. Alguns amigos me convidaram para disputar uma corrida de Kart em Goiânia, o que obviamente aceitei prontamente… Era a primeira vez que eu iria pilotar um troço daqueles.

Já no local, antes de assistir ao “briefing”, assistia a bateria que antecedia a minha e olhava a prova com atenção e tensão. Começava a bater um certo medo, pois de onde estava, olhando como um mero expectador a velocidade dos carros na pista, aquilo parecia muito rápido. Já passava pela minha cabeça em desistir daquilo.

O engraçado é que naquele momento me lembrei da frase do Senna e ela nunca fez tanto sentido. Ao mesmo tempo que sentia medo, sentia também uma tremenda vontade de entrar na pista ver qual era a real velocidade daquilo. Mas com a perspectiva de quem está do lado de dentro. Pilotando. Explicar isso? Infelizmente não consigo.

Enfim, macacão, balaclava, capacete, luvas e pé no acelerador. Em detreminado momento o pedal de freio não era mais usado. Apenas usava o acelerador. O medo, aquele medo, não mais existia. Se transformou em motivação. Motivação para conhecer e ultrapassar o limite volta a volta. Queria saber onde eu conseguiria chegar.

Essa pequena experiência, por mais simples que possa ter parecido, mostrou-me que o medo é o único sentimento capaz que nos impedir de atingir um objetivo,  capaz de nos impedir de crescer, de amar, de viver.

O desconhecido é logo alí. Está a apenas um passo. Um passo que pode nos levar à glória, de uma conquista ou de termos pelo menos tentado. O antes, desconhecido, já não mete mais tanto medo.

O próximo sentimento? Uma certa insatisfação por perceber que começava a entrar novamente na zona de conforto. O carro já era mais tão rápido quanto imaginava. Já estava achando aquilo devagar demais. Queria mais!
Assim como em nossa vida pessoal, o mundo corporativo sempre nos coloca diante de situações onde precisamos tomar decisões. E essas decisões vêm aliadas ao medo inerente de qual será a consequencia dessa decisão. Este curso nos forneceu conhecimento e ferramentas suficientes para entrarmos na pista e acelerarmos de acordo com nossas próprias convicções. E diante dessa analogia, gostaria que refletissemos sobre que decisão estamos tomando: A de sentar no “cockpit” e acelerar, ou sermos meros expectadores sentados à beira da pista imaginando que aquilo é rápido demais para nossa capacidade?

Com algumas adaptações, essa foi a mensagem que escolhi para passar aos amigos neste evento. Mas vale perfeitamente para o objetivo que quero atingir com esse post.

Diante de toda a explanação, questiono: Porque ficamos esperando oportunidades ao invés de criarmos as nossas? O impedimento será o medo do desconhecido, ou medo de acharmos que não temos capacidade para tal?

Qual SUA visão em relação a isso?

Comente!

Abraços!

QUE PME QUEREMOS TER NO FUTURO? Por Jorge Lascas

Olá pessoal!

Há tempos venho pensando em escrever um post sobre empreendedorismo e esse mundo corporativo, mas não tinha ainda coletado informações suficientes sobre o que quero escrever. E em uma dessas buscas encontrei no grupo Business & Jobs BRASIL, no Linkedin, um artigo do Jorge Lascas que achei bastante interessante e pertinente para o que gostaria de escrever.

Esse artigo faz referencias à  Portugal e suas empresas, entretanto considero bem próximo da realidade brasileira.

Meu post ficará para outra ocasião, mas – (sempre tenho um “mas”…rs) – ao final deixo algumas reflexões e gostaria da ajuda de vocês para respondê-las. Se conseguirem, os espaço para comentários está sempre aberto. Smiley piscando

Fica então o desafio e sem mais delongas, vamos ao artigo.

QUE PME QUEREMOS TER NO FUTURO?

Por Jorge Lascas

Este artigo é sobre gestão estratégica. Sobre visão de futuro, para além dos problemas do dia-a-dia, dos pagamentos de impostos, funcionários e fornecedores. Para além das cobranças, fáceis ou difíceis. Para além da secretária que é desastrada, da telefonista respondona, ou do vendedor que chega sempre atrasado.

Terá o empresário capacidade de projectar a sua empresa num horizonte temporal que vá além do fim do mês ou do fim do ano? Alguns sim. Maior parte não.

Comecemos por distinguir entre empreendedor e empresário. Na minha opinião uma coisa não leva necessariamente à outra. É certo que um empresário tem que ser empreendedor. Um empreendedor pode nunca chegar a ser empresário. Ser empresário, e principalmente numa PME, é muito mais do que ser empreendedor. Precisa perceber de liderança, processos, marketing, finanças, recursos humanos, enfim, de tudo o envolve a sua actividade, o seu negócio.

Abordar este tema parece vir em má altura dada a actual conjuntura económica e os ventos de recessão que teimam em soprar cada vez mais fortes rumo a 2011.

Mas o Mundo não vai acabar, Portugal não vai acabar e as empresas não vão acabar. Continuemos a dissertação.

Estarão os empresários preparados para gerir eficientemente a sua empresa hoje e projectá-la no futuro com determinação e confiança?

Não estão. Não estavam antes, não estão agora. Queremos que estejam amanhã.

Cabe a todos os que lidam de perto com os empresários iniciar um processo de evangelização rumo ao conhecimento. É necessário despertar nos empresários o gosto pelo conhecimento, pela aprendizagem, pelas viagens. Os nossos empresários devem viajar muito, não em busca de sol e descanso, mas em busca de ambientes de negócio, de ideias e oportunidades. Devem sair da zona de conforto psicológico e entrar na luta de aprender sobre as áreas de gestão que menos dominam e que atrofiam a sua evolução pessoal e das pessoas que os seguem ao serviço da sua empresa.

Aproveitemos estes tempos que não aconselham a ter empresas maiores, para ter empresas melhores, iniciando um processo que servirá de fundações a um crescimento futuro mais sustentado e sustentável, rumo a um futuro que não é comandado pelos ventos, mas pela visão e vontade inabalável do empresário.”

Conforme disse no início deste post, diante do exposto pelo artigo comecei a refletir na forma como as empresas brasileiras são gerenciadas e como os empresários as visualizam no futuro. Nessa reflexão, gostaria da ajuda de vocês em relação a alguns questionamentos:

1. É possível, olhando para dentro e vendo a atual conjuntura empresarial do país, uma empresa brasileira atingir o grau de crescimento e visibilidade de uma Google ou de uma Microsoft? Observando a forma como foram criadas e de onde partiram.

2. Se é possível, considerando a quantidade de profissionais qualificados que temos, porque ainda não temos uma empresa nesse nível?

3. Quais motivos leva uma empresa com esse potencial a não acreditar que podem chegar lá? Ou mesmo acreditando, porque não chegam?

Sintam-se à vontade!!!

Abraços!!!

Edwagney Luz

Desculpem o desabafo, mas onde queremos chegar mesmo?!?

Caros amigos.

No final de semana passado fui a Goiânia para mais uma de minha aulas. Retornando para São Paulo no domingo, fiquei mais uma vez indignado com o descaso com que a INFRAERO, tem para com o seu cliente, o povo brasileiro. Falo em relação ao aeroporto de Goiânia, mas creio que vai valer para outros tantos espalhados pelo Brasil. Primeiro que essa empres não deixa mais termos os momentos de espera com os familiares no aeroporto. Não tem espaço e muito menos estrutura para receber as pessoas. Acabou-se aquela despedida tradicional. É melhor sair já com a idéia e horários fixos de entrar direto para a sala de embarque(outro martírio).

DSC00349 Esta imagem é a visão que tive quando adentrei a sala de embarque. Um caos. Não tinha a menor condição de se movimentar. Não havia estrutura para tanta gente. Detalhe, (02) DOIS, eram os vôos aguardando embarque. Vendo isso vem a pergunta, porque pagamos taxa de embarque?

Olhei logo ao lado e vi uma urna da ouvidoria. Pensei… Registro uma reclamação, deposito nessa urna. Pelo menos farei algum volume de insastifação. Mas esse pensamento foi abruptamente interrompido quando percebi que a urna não era lacrada, ou seja, estava aberta. Será que isso era algum tipo de intimidação? Tipo, se você depositar isso, pode estar perdendo o seu tempo, pois estou aberta e qualquer um pode pegar seu papel e jogar fora, rasgá-lo e etc. Tudo bem que a ouvidoria certamente deve fazer o mesmo, pois caso contrário o aeroporto não seria o caos que é. Enfim, desisti de escrever. Escrever naquele papel, não aqui.

DSC00351

Inevitavemente isso me remeteu ao nosso GRANDE Governo Federal, responsável pela infraestrutura aeroportuária do país. Um governo AMPLAMENTE a favor da estatização de tudo e de qualquer coisa que ele identifique essa possubilidade. Exemplo disso é a TELEBRÁS que recentemente a retiraram da tumba. Me pergunto: Para que? Qual o objetivo? Desculpem os mais exaltados, mas creio que não seja algo diferente do que o de retirar mais dinheiro dos impostos que pagamos e colocar nas cuecas e destinar a mensalões, a anões e dirceus da vida. Se você me provar o contrário, estou aberto, mas adianto, traga subsídio, provas concretas. Não me venha com bravatas do tipo: É para ajudar os mais necessitados, pois isso não faz o menor sentido. Já estou cansado de ouvir esse blá-blá-blá todo. Parece papo de direitos humanos que protege bandido a proteger quem realmente importa: Pessoas de Bem.

Banda larga para todos? Faça me o favor. Destruo toda essa maracutaia com o seguinte raciocínio: Porque ao que ao invés de gastar BILHÕES de reais ressuscitando os mortos, não trata de reduzir imposto e exigir que as operadoras usem essa diferença na implantação desse programa? Bastaria ao governo fiscalizar com rigor. Mas isso não é interessante pra ele. Não dá voto. Não dá dinheiro. Não alimenta cueca!

Diante de tudo isso me dá mais medo a continuidade dessa política pública que temos atualmente. Se temos um governo com visão claramente totalitária, que não consegue administrar a estrutura aeroportuária do país, não consegue ao menos fiscalizar o que as empresas privadas de serviços públicos fazem, COMO acreditar que conseguem administrar um país. O que vi nos últimos 8 anos não foi administração e sim a continuidade de algo que começou a ser construído. Isso eu também faço. Não tem segredo.

Administração do Robin Hood, sabem como é? Só que diferente da história dos livros e filmes. Tiram dos que trabalham e dão aos que NÃO querem nem pensar nisso.

Assim como eu, várias pessoas alí não estavam viajando a passeio. Estavam viajando a trabalho. Passando por aquela bagunça e o pior, pagando 40% de imposto por mês, maistaxa de embarque. Legal né?

Investir nessas pessoas o governo não investe. Ele tira. Tira os 40% ao mês para sustentar os que não estão nem um pouco afim de exercer algum tipo de trabalho. Existem excessões? Claro que existem, mas o governo está preocupado com eles? DUVIDO. Se fosse essa a preocupação, não seriam criados bolsas a cada mês nesse país. seriam criadas escolas, seriam criadas oportunidades, seriam criadas isenções para pequenas e médias empresas, que são as que movem esse país.

Podem estar pensando: Quem é esse cara que fala tudo isso? Será que conhece do que está falando?

Não estaria aqui escrevendo isso se não conhecesse. E muito bem. Portanto, não me venha com o blá-blá-blá de que eu não conheço a realidade, que não sei o que acontece na periferia, que não sei o que é passar fome… Não nasci em berço de ouro, mas sei exatamente o que meus pais tiveram que fazer para eu estar onde estou hoje e convivi muito tempo conhecendo o que é periferia, o que é o descaso com a população. Criticar baseado no que vêem nas TVs no conforto do sofá ou no que vêem quando visitam os mais necessitados no Natal é fácil.

Agora, vá lá ver se essas pessoas precisam de bolsa família mais do que de uma oportunidade? Vá ver se elas realmente querem apenas receber isso sem uma oportunidade de futuro? 90% das pessoas, que não aparece na mídia, são de vagabundos que querem sugar nosso dinheiro através dessas assistências. Aprenderam que é mais fácil esperar a correr atrás de alguma oportunidade. Os outros 10%, que querem trabalhar, crescer, esperam, além da ajuda, uma OPORTUNIDADE. Só que isso não dá voto e portanto, nunca vai aparecer.

Ande o Brasil. Entre nos redutos assistenciais, converse com os funcionários, passe um dia lá dentro e depois me conte o que ouviram. Mas não perguntem quem foi. Quero SUA opinião.

Sim, estou realmente revoltado com essa bandalheira toda. Mas o que me deixa mais indignado é ver muita gente esclarecida politicamente, não enxergarem isso. Se para você 40% a menos de dinheiro todo mês, não é problema, para mim é.

O Brasil precisa de OPORTUNIDADE e não de esmolas. Em breve, NÓS, quem EFETIVAMENTE pagamos impostos e movimentamos esse país, não vamos mais aguentar essa pressão e quando isso acontecer, TODOS os que se acham esclarecidos vão acordar e verão que não estávamos indo rumo ao primeiro mundo e sim, retrocedendo tudo o que conquistamos nos últimos anos.

Pensem muito bem quando forem escolher seu próximo time de ADMINISTRADORES, pois estará nas mãos deles o futuro da SUA e da NOSSA casa.

A prova de que não estou sentado no prego, na mkinha zona de conforto, é esse texto e uma série de cobranças que faço de quem me pede voto de confiança.

Eu estou fazdendo a minha, tentando de alguma forma mostrar mjnha visão desse caos. A palavra e a atitude agora está com vocês. Que pílula querem: Vermelha ou Azul?

Abraços a todos e desculpem o desabafo!!!

A escolha é sempre sua …

Olá meus amigos …
Depois de um longo inverno e da triste experiência que passei, tive que me estruturar emocionalmente para voltar novamente ao trabalho, estudos, etc. Enfim, estou aqui graças ao nosso bom Deus, aos amigos e familiares.

Nesse meio tempo, estive procurando algo de interessante para escrever. Mas como diz o ditado, antes só do que mal acompanhado, não queria escrever por escrever. Procurava algo que pudesse ser aproveitado por quem aqui entrasse. Poucos sabem que esse blog existe, mas quero que aqueles que o conhece, curtam o que aqui for escrito. Dentre essa busca excluí todos aqueles que se referem ao governo, pois falar novamente o que todos sabem cansa. Imaginei falar sobre tecnologia, mas isso não é o que todos aqui procuram. Estava difícil, até que …

Dia desses, durante uma das muitas madrugadas em que passo estudando, recebi um e-mail oriundo de um dos fóruns que participo, onde o remetente da mensagem é um jovem que está se formando e está com aquela dúvida que, creio que a grande maioria já teve: “Estou prestes a me formar. E agora?”

Bem, o fato é que, após explanar sobre suas experiências e desejos futuros, postou a seguinte pergunta : “A carreira como testador e posteriormente como Analista de Qualidade possui vantagens (remuneração, equivalente ou superior a um programador/analista Java) e grande disponibilidade de vagas de trabalho no mercado corporativo de hoje?”

Independente se você conhece computação, programação Java, qualidade e teste de software, etc. Troque essas variáveis colocando o questionamento dentro da sua área, profissão, vida. O que responderia?

Quando me deparei com o questionamento, uma das coisas que me chamou a atenção, foi a comprovação de como os cursos estão preparando os novos profissionais para o mercado. Não formam, empurram esse profissional no mercado com pouco conhecimento humano e científico. Quando ingressei na universidade, me deparei com diversas disciplinas que imaginava que seria perca de tempo. Claro, estava entrando numa área que prometia ser a área do futuro, porque ver disciplinas que nada tinham a ver com ela? Buscava conhecimentos em tecnologia e presenciei vários colegas que ingresaram no mesmo período que eu, saíndo e dizendo que não era aquilo o que esperavam de um curso de Ciência da Computação. Ao me formar, percebi o quão eles deveriam ter esperado um pouco mais e que aquelas disciplinas diziam mais do que éramos capaz de captar. Tinha conhecimento humano e científico. Não ensinava a praticidade de tecnologia, mas sim a busca, a pesquisa, o senso crítico, a desafiar o limite da própria inteligência, o conhecimento humano. Conhecimento técnico, qualquer um consegue em curto espaço de tempo, mas humano e científico, esse é um pouco mais complexo.

Aprender a empreender.

Quantos profissionais que saem das universidades, sabem o que isso significa? Me arrisco a dizer que poucos, bem poucos. Empreender não quer dizer que terá que sair da faculdade e abrir uma empresa, não é isso. Empreender a própria carreira profissional é bem mais significativo. Da mesma forma que administramos uma empresa, podemos administrar nossa vida e carreira profissional. Para que uma empresa seja vista no mercado e leve atenção aos seus clientes, precisa antes de tudo ser humana, atender bem o seu cliente, levar o que ele está precisando, atender suas necessidades e mostrar competência naquilo que se propõe a fazer. Precisa estar em constante busca por melhores resultados, pesquisar constantemente novas formas de melhoria de processos, buscar constantemente novos conhecimentos, novos colaboradores e nunca se esquecer dos que a ajudaram a chegar alí (nossos mestres é um exemplo).

Refletindo sobre isso, podemos facilmente responder ao questionamento do nosso amigo e elucidar suas dúvidas. A área de qualidade e teste de software, bem como ser programador de computador, não vai render uma boa remuneração e garantir vagas no mercado corporativo apenas por serem áreas promissoras e estarem com alto status em empresas de tecnologia. O que vai garantir realmente, é a capacidade do profissional que alí está, de se manter nesse mercado, de ser competente, de conseguir gerir a própria carreira, de buscar constantemente a excelência no que faz e de surpreender seu cliente (encare a empresa contratante, como cliente). Como colocar isso em prática e atingir esse nível de excelência? Simples, atualização constante, busca de novos conhecimentos, evolua com a profissão, não se deixe entrar na zona de conforto, seja crítico em relação a seu trabalho sempre buscando sua melhoria e novas formas de melhorá-lo. Dessa forma, as remunerações e vagas em grandes corporações, tão cobiçadas atualmente, serão sempre consequência dessa busca, desse trabalho.

E por último, nunca deixe de fazer o mais importante em todo esse processo. O relacionamento humano. Esse abre muitas portas e as mantem sempre abertas, pois de nada adianta ter conhecimento, ser competente, cuidar muito bem da carreira se não cuidar dos clientes que te dão a vaga e a remuneração desejada. A junção de todos esses fatores é que irá ditar se você será ou não um profissional a ser disputado pelas grandes corporações. Chegar ao topo na carreira é muito fácil, se manter nele é que irá mostrar a diferença para que grandes corporações decidam entre um profissional e outro.

Cuide muito bem da sua carreira, pois nenhuma empresa cuidará dela para você. A escolha é sempre sua.

Essa foi minha resposta … Qual seria a sua?

Comentários são sempre bem vindos. 🙂

Grande abraço e até a próxima!

Foco

Gostaria de tecer alguns comentários sobre esse interessante assunto.

Não sei se é de conhecimento de todos, mas a poucos dias começou a ser exibido o programa O Aprendiz, com o empresário Roberto Justus na TV Record. Longe de mim fazer propaganda, mesmo porque não ganho nada com isso, mas esse programa vale a pena seguí-lo. Particularmente creio que 10% do que ocorre é meio que sensacionalismo, porém 90%, um percentual considerável, considero que são fatos reais e perfeitamente possível de ocorrer com qualquer um no mercado de trabalho.

Focando novamente no assunto, em certa prova do programa as equipes deveriam concretizar uma necessidade em uma comunidade de São Paulo. Ambas as equipes foram a campo, estudaram, entrevistaram e identificaram as necessidades, porém uma delas seguiu por um caminho que resultou na demissão de seu líder. Tudo pela simples falta de foco. Fizeram um trabalho exemplar, o que a comunidade disse que faltava, eles conseguiram, porém não concretizaram. Estranho ??? Observem a sequencia abaixo:

A comunidade precisava de um equipamento para montarem uma estação de rádio: A equipe conseguiu.

A comunidade precisava de computadores: A equipe conseguiu.

A comunidade precisava de uma brinquedoteca: A equipe conseguiu alguns poucos brinquedos, mas conseguiram.

Enfim, sem estender muito a sequência, eles conseguiram tudo, porém o foco deveria ser, concretizar uma necessidade da comunidade. Isso estava escrito no dossiê, estava claro, porém não focaram no mais importante de tudo, as regras. Conseguiram o equipamento da rádio, porém não se preocuparam em ativá-la. Eles conseguiram computadores, porém não montaram a sala com os computadores. Eles conseguiram alguns poucos brinquedos, porém longe de serem brinquedos suficientes para se montar uma brinquedoteca. Fizeram, muito, porém não acabaram nada.

A reflexão sobre tudo isso está no fato de não conseguirmos dividir os problemas em partes e resolver cada uma delas em separado. A partir do momento que conseguirmos isso, certamente conseguiremos focar em algo e realmente concretizar a solução desse problema.

Para a solução de qualquer que seja o problema, precisamos deixar claro que existem dois focos: Um no problema e outro na solução.

Qual deles vocês escolhem???

Abraços e até a próxima!