Diário de bordo II

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Prezados amigos, precisamente no dia 10 de fevereiro de 2008 escrevi um post que marcava o início de minha primeira viagem internacional. Hoje coincidentemente também dia 10, porém do mês de outubro estou aqui novamente para dizer, não adeus, mas um até breve. Estou de partida novamente. Entretanto esta não será uma viagem como a anterior, de apenas 30 dias. Levará alguns bons meses que espero ter a oportunidade de adquirir e adaptar-me a novas experiências, novos conhecimentos, uma nova cultura, novas amizades. Necessidades estas, que para mim em particular, serão fundamentais para meu crescimento profissional, mas principalmente pessoal.

Confesso não ser um leitor assíduo de Shakespeare, entretanto tem uma frase dele que gosto muito e tem tudo a ver com esse momento: “Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar.”

Deve ser mais um complô do destino, sei lá como chamar isso, mas todas as pessoas que entram em nossa vida, aparecem para nos mostrar algo de bom. E não posso deixar de mencionar aqui que uma dessas recentemente me mostrou que simples atitudes revelam muito mais sobre uma pessoa do que uma vida inteira de palavras…

Deixo no Brasil, amigos, familiares, pessoas queridas que gostaria que estivessem comigo nessa viagem. Seria muito proveitoso, interessante e mais divertido até, mas a vida conspirou para que chegasse ao ponto de realizá-la só. Paciência… Deve ter algum motivo para isso.

Meu agradecimento aos meus amigos que sempre me deram apoio em todos os meus projetos, à minha família que sempre me apoiou e a todos que torcem para que tudo em minha vida dê de alguma forma certo. Eu retribuo isso desejando toda essa energia positiva em dobro a todos vocês… Meu muito obrigado!

E nada melhor do que iniciar a realização de mais um projeto em minha vida com o poema (Saber Viver) da poetisa goiana, Cora Coralina, que diz assim:

Não sei… Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura… Enquanto durar!

(Cora Coralina)

Finalizo com o registro que fiz a poucos dias do pôr do sol no meu querido cerrado goiano.

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Saiba viver intensamente cada momento como se fosse o último, seja simples nas atitudes e aproveite cada instante ao lado de quem ama, pois o amanhã infelizmente não se sabe como será.

Fiquem todos com Deus e…

Até breve!

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Let me tell their story!


Olá meus amigos.

Já faz algum tempo que não escrevia nada por aqui.
Ultimamente minha vida passa por um momento meio complicado e além disso estou em fase final do meu MBA, e enfim, sem muito tempo para fazer uma das coisas que mais gosto: Escrever.

Porém, hoje recebi um e-mail com o link para um curta-metragem. Inicialmente achei que fosse mais um curta engraçado, daqueles que recebemos diariamente, mas para minha surpresa era algo bem diferente. Acabou me despertando a vontade em escrever aqui novamente. Espero que nunca mais perca essa vontade. 🙂

Esse vídeo me contou uma história e gostaria de compartilhá-la com vocês.

Nossos olhos estão longe, mas muito longe da realidade que nos cerca. É claro que não podemos mudar o mundo, mas se cada um fizer a sua parte, certamente mudaremos alguma coisa, nem que seja algo dentro de nós mesmos. Não precisa ser nada radical, não precisa deixar de fazer o que sempre fizemos, não precisa desfazer do que construímos. Se mudarmos apenas nossa forma de pensar e ver o mundo já será o suficiente para que possamos ajudar a construir um futuro melhor. Pode ser meio utópico, mas se ao menos uma pessoa ainda pensar que não seja, haverá um fio de esperança.

Sugiro que assistam ao filme que lhes envio através do link abaixo, com um olhar crítico, pois nesse caso não é a emoção, mas a razão que deverá falar mais alto.

Certo dia, quando ia para o trabalho, ouvia a CBN porém infelizmente não me lembro qual era o dono das palavras. Era um dia logo após a uma forte chuva que castigou São Paulo e o locutor falava sobre os danos que o ser humano causa à natureza. A última frase dita me chamou a atenção e gostaria acho esse um excelente momento para partilhá-la com vocês. Dizia o seguinte: “Enquanto existir uma única pessoa que passe pelo Rio Tietê, olhe e se sensibilize com seu estado e com os danos causados a ele, é certo de que ainda existe amor no coração humano e um fio de esperança por um mundo melhor a nossos filhos e netos.”

Acho que esse filme foi um excelente motivo para voltar a escrever novamente. Espero que gostem. Abaixo segue a sinopse e os direitos do filme, bem como o link para acesso ao mesmo. O texto está em inglês para manter a originalidade da fonte.

Abraços

Obs: Para assistirem ao filme, cliquem no título abaixo.

Chicken a la Carte
Director:Ferdinand Dimadura | Genre: Drama | Produced In: 2005
Synopsis: This film is about the hunger and poverty brought about by Globalization. There are 10,000 people dying everyday due to hunger and malnutrition. This short film shows a forgotten portion of the society. The people who live on the refuse of men to survive. What is inspiring is the hope and spirituality that never left this people.

iPhone: Mudança de Estratégia ou Visão de Futuro?

Em se tratando da Apple, podemos afirmar as duas coisas.

Famosa por sua grande capacidade de inovação, a Apple entra de vez no mercado de telefonia, criando um novo conceito em telefonia móvel. Ela conseguiu, com o iPhone, fundir celular e computador, integrando comunicação, computação e conteúdo digital em um só lugar, colocando-o literalmente no bolso revolucionando de vez o que chamávamos “telefone”.

A dimensão que estou tentando passar é e que podemos realmente estar diante do primeiro computador verdadeiramente pequeno a ponto de conseguirmos colocá-lo no bolso e não nos preocuparmos mais com o peso. Quem ainda não teve contato com um, fiquem tranqüilos, pois muito em breve terão. Posso garantir isso e até o final desse texto concordarão comigo.

Já há algum tempo a operadora de telefonia móvel, Claro, vem negociando o licenciamento de venda do iPhone no Brasil, fato que se consolidará com vendas do aparelho muito provavelmente no segundo semestre deste ano. Inicialmente a estratégia adotada pela Apple era de vincular a venda do iPhone a uma única operadora no país e fechava contrato apenas se houvesse acordo de repasse de até 30% da conta telefônica paga pelos assinantes. Imaginávamos que o mesmo iria ocorrer no Brasil. Entretanto há poucos dias a Vivo, outra operadora, anunciou a comercialização do produto no Brasil, prevendo o lançamento também para o segundo semestre deste ano, mas ainda sem data definida.

Mas o melhor ainda estava por vir e faz jus ao título deste artigo. Observando os movimentos da Apple, não é difícil perceber que seu posicionamento estratégico é claro e bem definido, e a meu ver deve assustar um pouco seus novos concorrentes. O primeiro iPhone foi lançado nos Estados Unidos ao valor estimado de $500 dólares para a versão de 8 gigabytes(GB) de memória. Além do anúncio da nova versão do iPhone incluindo tecnologia 3G(terceira geração de padrões e tecnologias de telefonia móvel), tecnologia GPS(sigla em inglês para “Global Position System” e em português “Sistema Mundial de Posicionamento”), e com uma velocidade três vezes maior do que o atual, a Apple oficialmente reduziu o valor de $500 para $200 dólares para a versão com 8 gigabytes(GB) de memória. Além disso, a partir de 11 de julho, o iPhone será disponibilizado oficialmente para venda em 22 países e até o final de 2008 espera-se que esse número chegue a 70, incluindo o Brasil. Dessa forma a Apple espera abocanhar uma fatia considerável do mercado de aparelhos para telefonia móvel. Para se ter uma idéia, estima-se que no Brasil existam mais de 300 mil aparelhos em operação, e isso sem existirem lojas vendendo-o oficialmente. Com esse novo posicionamento da Apple, estimo que haja um grande crescimento desse número, pois a maior barreira para se adquirir um iPhone foi quebrada essa semana, o preço.

Steve Wozniak (co-fundador da Apple) em entrevista à revista Época, publicada em 13/06 sob título “iPhone de Graça”, afirmou que, “A queda de preço torna o iPhone mais competitivo. Estamos subsidiando o produto. A tendência é que, eventualmente, ele seja gratuito.” Será? A resposta é “Sim”. Perfeitamente possível. As operadoras poderão se assim preferirem, subsidiar parcial ou totalmente o valor do aparelho oferecendo-o gratuitamente ao cliente, dependendo é claro, do plano pelo qual ele optar. Isso é uma prática amplamente usada pelas operadoras e a mudança na estratégica de venda da Apple possibilitou essa continuidade. Com isso a Apple assume uma postura estratégica de ganho em escala, diferente da adotada em seus demais produtos. Oferecendo a um valor mais barato, ela conseguirá atingir mais rapidamente um número maior de consumidores e a tendência é que caminhe em direção à liderança do mercado de aparelhos de celulares.

O que Nokia, Samsung e Blackberry pensam a respeito eu não sei, mas o fato é que elas estão se mexendo, podem e vão surpreender o mercado com novos produtos. Agora resta saber se essa surpresa terá ou não o mesmo impacto gerado pelo iPhone. Você poderá pagar para ver ou receber de graça. A escolha é sua!

Para finalizar, duas afirmações me chamaram a atenção no artigo da revista Época.

Este é o telefone que mudou para sempre todos os outros telefones” (Steve Jobs – Fundador da Apple)
Os concorrentes terão de fazer produtos similares ao iPhone ou perderão seus consumidores para ele.” (Steve Wozniak – co-Fundador da Apple)

Estratégia de Marketing ou Visão de Futuro?

Abraços e até a próxima!

ED.
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Para acessar a reportagem da revista Época “iPhone de Graça”, use o endereço abaixo.
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI5931-15224,00-IPHONE+DE+GRACA.html

Cada lugar, um lugar!

Meus queridos amigos aqui estou novamente.

Eu sei. Demorei um tempo para escrever novamente, mas não foi por vontade própria. Essa última semana foi meio complicada, pois a escola apertou por se tratar da última semana, mas estou aqui novamente e possivelmente esse será minha última publicação daqui de Vancouver. Mas não fiquem tristes, pois eu não irei desativar esse espaço, pelo contrário, ele existia antes da minha viagem, porém eu não divulgava tanto quanto agora. Ele continuará existindo após meu retorno ao Brasil. Irei continuar escrevendo e postando minha opinião sobre diversos assuntos, como vinha fazendo.

Pois bem, eu começo o texto usando o tom de despedida de Vancouver. Uma cidade sensacional que me conquistou desde o primeiro dia em que pisei aqui. Acho que puderam notar através de meus textos. Mas o Brasil é o país que nasci, adoro e preciso voltar. Porém fica aquele gostinho de quero mais. Gostinho esse que um dia provarei novamente, mas não agora. Tenho outros projetos a serem concretizados no Brasil antes de almejar vôos mais altos. É aquele ditado, não espere que a oportunidade chegue, mas esteja preparado para quando ela chegar, pois ela nunca irá te avisar, simplesmente chega.

Vancouver me proporcionou momentos extremamente alegres e aconchegantes. Deu-me a oportunidade de conhecer novas pessoas, novas culturas e novos hábitos. Conheci um pouco sobre o Canadá, Turquia, China, Japão, Coréia, México, Arábia Saudita, França.

Certa vez um grande amigo do Brasil me disse que quando fazemos algo de coração aberto, com honestidade e sinceridade, tudo conspira a favor. Foi assim que saí de São Paulo e melhor do que isso eu voltarei, vocês perceberão claramente. Foram 30 dias que para alguns pode parecer pouco, mas é o suficiente para marcar para sempre nossas vidas.

Quero registrar meu agradecimento à Andressa pelas ajudas nas aulas de gramática; Ana, Lucy, Sandro e Tati por me suportar nas aulas de “communication skill”; Em especial à Ana e Sandro por me suportar também nas aulas de “Business”. Meu inglês melhorou muito, mas ainda não é lá essas coisas. Imagine suportar isso em duas aulas no mesmo dia, cinco dias por semana. Vocês realmente mandaram muito bem e nunca reclamaram um minuto sequer. Se quiserem fazer isso agora, estão liberados. Hehehe

Outros brasileiros que conheci, porém não tive a oportunidade de conhecê-los quando queria, também merecem serem citados. É o caso dos brasileiros Eliz, Junior, Marcelo, José, Diene, Cristiane. Não tive aulas com eles, mas nos conhecemos em alguns passeios e na escola sempre batíamos um bom papo nos pequenos intervalos de aulas.

Tenho outras pessoas a agradecer, porém nem vai adiantar escrever muito, pois não vão conseguir entender isso aqui. Mas vou citar os nomes, pois eles merecem. Nas aulas de “Business” apresento o amigo Bora da Turquia, uma figura ímpar que a gente só acha aqui (Não, não é um dos malucos de Vancouver, mas está bem perto, assim como todos os que abriram mão de um monte de coisas e fizeram essa viagem), me diverti muito com as trapalhadas da Karen (me fez perder $300 dólares no jogo (semelhante ao banco imobiliário), mas tudo bem está perdoada); Do coreano Jason, que no último dia acho que bebeu além da conta e a meu ver estava meio zonzo, mas fiquei na minha. Outras pessoas merecem destaque, como o caso da Ayaka(Japão), que seja qual for o dia sempre cumprimentava com um tremendo carinho e um sorriso sem igual. A lista é grande, e seria impossível colocar todos aqui, mas garanto que sempre serão lembrados, pois comigo é assim, uma vez amigo, sempre amigo esteja onde estiver. 😀

E finalmente cito novamente a Ana e mais duas pessoas sensacionais e únicas que conheci e tive o imenso prazer de conviver esses 30 dias com elas, Juliana e Thaís. Quatro pessoas em Vancouver que fizeram de tudo um pouco. A Ana, tirando o trauma e o péssimo horário b… bus, estava sempre conosco em tudo o que fazíamos após as aulas e passeios, porém nos desculpe pelo dia no Lynn Park. Congelar seu pé não estava nos planos. A Juliana, apesar de não termos feito nenhuma aula juntos, sempre estava conosco em tudo o que fazíamos. Lynn Park e Grouse Mountain que o digam. Espero que o boneco de neve seu e da Thaís ainda estejam lá. Se estiver, assim que voltarem tire uma foto e me mande. Estarei aguardando. A Thaís que tem um espírito aventureiro inigualável e topava tudo. Até mesmo revidar a uma guerra de bola de neve. A intenção era apenas divertir e colocar uma bola de neve dentro do seu capuz não era a intenção ok? Ahh, e avise seu micro que já fui embora. Nada de atrapalhar sua vida novamente ok? 🙂

Juliana e Thaís, se cuidem e aproveitem a oportunidade que estão tendo. Estudem, porém não deixem de sempre se divertir. Faz parte do bom aprendizado. E reiterando minha promessa, não esquecerei de vocês quando estiver no Brasil. 🙂

Agora o recado é para meus amigos do Brasil… TÔ CHEGANDO GALERA!!!

Comecem a preparar a recepção. Leo marcar o dia do chopp é por sua conta, te vira com isso. Seu aniversário será comemorado no sábado sem minha presença, mas quero que organize outro dia prá comemorarmos o meu e o seu outra vez; Marco, você está meio longe, mas o churrasco será por sua conta e precisamos marcar um dia na sua “lage” em Brasília prá eu te contar detalhes dessa viagem; Carlin, aqui senti mais saudade ainda da sua pizza. Antes do meu sobrinho nascer, precisamos fazer uma pizzada. Se quiser reservo o forno do meu condomínio.rs; Gi, te vira prá preparar um prato daqueles, pois vou querer ele com o meu nome; Paty você está liberada, mas só dessa vez. rs; Minutti, vai precisar reservar um tempo prá me dar umas dicas de Xbox, to levando o meu e acabo de entrar para o time de gamemaníacos; Boanerges, você será o responsável por arrumar um lugar em Goiânia prá gente compartilhar informações sobre os melhores lugares a se visitar no mundo. Agora ta tudo danado, peguei o jeito de viajar.rs; Geo, ache um tempo em Brasília ou Goiânia para compartilharmos fotos e informações sobre a Canadá e Inglaterra.

Hmmm… É impressão minha ou precisamos agendar um novo encontro da turma de faculdade? E precisa ser rápido, pois a saudade é grande. Já pararam para pensar que nossa amizade já fez aniversário de dez anos a tempos e nunca comemoramos? Está passando da hora… 😀

Vou ficando por aqui, pois está tarde e amanhã irei para meu último passeio em Vancouver e ainda arrumar as malas para pegar algumas “horinhas” de vôo até o Brasil.

Vejo vocês em breve, mas enquanto isso curtam essas imagens de Grouse Mountain.
Simplesmente SENSACIONAL!!!

Só não vale perguntar se gostei desse dia. 😀

“Não é porque certas coisas são difíceis que nós não ousamos; é justamente porque não ousamos que tais coisas são difíceis.” (Sêneca)

“Para realizar grandes conquistas, devemos não apenas agir, mas também sonhar; não apenas planejar, mas também acreditar.” (Anatole France)

Um grande abraço a todos!

A primeira queda, a gente nunca esquece!

Olá meus amigos?

Cansados desse papo de viagem ou preparados para mais uma leitura?

Depois da chuva de comentários que venho recebendo, estou me animando com esse negócio de escrever. Se não der mais certo na informática, acho que posso seguir a carreira de escritor. Posso? Vocês realmente comprarão alguma publicação minha? Bem, deixa de papo furado e vamos ao que realmente interessa.

Olha, nunca vi tanta gente se identificando com Vancouver depois de ler o texto sobre os malucos. Não sei, mas creio que não deveria ter escrito, mas agora já foi. E pensando bem, existe uma certa identificação sim. Sair de seu país, do conforto de casa e de repente ir prá outro com um idioma completamente diferente. É coisa de doido mesmo, mas enfim. Enquanto ainda não estamos fazendo bilu-bilu, dando palestra em trem, falando com um celular virtual e uma pessoa virtual, acho que temos conserto. Mas enfim, apenas um comentário, pois hoje falo de dois de meus passeios por aqui.

Durante a semana recebemos um folheto da escola indicando os lugares que ela organizava para visitas. Já de cara escolhi Whistler, onde tem uma das mais belas e famosas estações de esqui, e onde será realizado algumas competições das Olimpíadas de Inverno de 2010. Esse passeio caiu em um domingo, coincidentemente dia do meu aniversário. Coincidência ou não, passei meu aniversário na neve. Prá quem nunca tinha visto neve na vida, acho que foi legal o aniversário, o que acham?

Bem, mas antes desse dia, teria o sábado todo pela frente e sem nada para fazer. E isso estava totalmente fora de cogitação. Pois bem. Reunimos alguns colegas de classe e outros de outras classes e decidimos por conhecer o Stanley Park, que fica dentro da cidade de Vancouver. Peguei o ônibus na manhã de sábado e encontrei meus colegas em frente à escola e descemos à pé até o parque. Mas antes uma parada para um chocolate quente, afinal ninguém suporta frio sem algo quente para beber. E especialmente nesse dia, amanheceu com uma garoa fria e o tempo mais frio ainda, quase congelando. Mas com o passar do dia foi esquentando. Par que vocês entendam, quente aqui nessa época é em torno de 8 graus, ok? Pois bem, entre chocolate quente e paradas para fotos, chegamos ao parque, porém nem chegamos a entrar totalmente nele e já fomos direto para o Aquário de Vancouver. Se algum dia vocês passarem por aqui, não deixem de entrar nele. Ah, não esqueçam a carteira de estudante, tem um belo desconto. 😉

Uma vez lá dentro, além de visitar os diversos tipos de peixes e animais marinhos e terrestres também, veja antes os horários de apresentações de focas, baleias e golfinhos. Não chega a ser uma daquelas apresentações da Disney, que um dia verei ao vivo, mas vale e muito a pena. É o maior barato essas apresentações e o melhor é que são apresentações curtas e sobre muito tempo para conhecer o aquário por completo. E na saída, para variar, uma loja de souvenirs aguarda seus dólares.

Em relação a esse passeio, não tenho muito o que contar, apenas deixá-los com aquela sensação de que, um dia quero conhecer e digo, vale e muito a pena.

Depois desse passeio, parte do grupo foi para outro parque e eu fui, com outra parte do grupo, para o shopping gastar um pouco. Não que eu não quisesse conhecer outro local. Até queria e muito, mas eu não tinha roupa de frio para agüentar o dia seguinte e tinha que me prevenir. Daí, a necessidade de sobrevivência falou mais alto.

Chegou o dia seguinte. 😀

Acordei lá pelas 5h da manhã, às 6h peguei o ônibus e 6h30 estava com outros colegas aguardando a Van sair para Whistler. Esse dia estava totalmente sem nuvens e com um sol de dar inveja a qualquer um na praia de Copacabana. A questão é que em Copacabana não é frio… hehehe

No caminho para Whistler, fomos o tempo todo acompanhados por belas paisagens das montanhas geladas aqui do Canadá. Paramos em um posto de conveniência para quem quisesse esquiar, comprar o ticket de aluguel dos equipamentos e o BACANA aqui foi um deles. Ah se eu pudesse prever o futuro… Mas o passado ensina. Quando aprendemos a andar, a primeira queda a gente nunca esquece, não é verdade? Depois que cresce, isso faz mais sentido ainda.

Chegando em Whistler, fomos recebidos por um pouco de frio. Aliás, muito frio e neve por tudo o que era canto da cidade. E novamente o BACANA louco prá subir num esqui. E dali seguimos para pegar o equipamento e subir o morro… E que morro! 😀

Antes disso, apreciamos as belas construções do vilarejo que mais parece os cenários do Projac. Tudo isso está registrado na minha máquina fotográfica. Estou selecionando as melhores para publicar no álbum.

Pois então, chegando no aluguel, fiz os procedimentos iniciais, peguei os equipamentos e entrei na gôndola com outro colega para esquiar. Ele sabia, mas eu… Eu nunca era deveria ter conjugado o verbo esquiar. Mas tudo bem. Até chegar lá em cima, só festa. Uma vez lá, esse meu colega me ensinou o básico e o Ed já sabia esquiar. Uhuuuu … Agora é descer o morro. É… Esse era o problema. Depois que subi naquelas duas “ripas” nada mais conseguia me fazer parar em cima delas, e o pior, quando parava, quem andava eram elas. Aquele treco andava só de ver um desnível. Parece até que tava de brincadeira comigo ou tinha alguém de divertindo, controlando aquilo através de um controle remoto.

Mas tudo bem, o BACANA pensou, aliás, pensou não, porque se pensasse não estaria em cima daquele treco, mas tudo bem. Falei comigo mesmo: Daqui a pouco pego o jeito. Depois de um tempo, não é que peguei o jeito mesmo. O jeito de cair de forma que me machucava o menos possível. Vocês não tem a mínima noção de como a neve é bonita. A conheci de tudo quanto foi jeito, de costa, de frente, de lado, de boca (aliás, nem precisei botar na boca prá saber o gosto disso, ela veio até mim numa velocidade que nunca havia visto antes), o cheiro eu não sei, porque o nariz foi tantas vezes nela que adormeceu de gelado. Era cada tombo cinematográfico. Teve horas que me imaginei que nem desenho animado, caindo e virando uma bola de neve. E não estava muito longe disso não.

Ah, tem ainda o Snowboard. Se eu subi num treco desses? É claro que não. Se eu não parei em cima de dois, que o dia de um com os pés amarrados. E não pensem que é que nem skate, porque não é. Seus pés ficam presos naquilo. Se não souber parar também, só o chão prá segurar e eu já estava cansado de cair.

Devem estar se matando de rir, mas tudo bem, minha intenção é essa mesmo. Só para que vocês não façam isso sem antes pegar umas aulas antes, mas adianto que o preço não é lá muito divertido não. Melhor seria rir de você mesmo quando estiver lá em cima diante da seguinte cena: Você sobre aquele troço morro abaixo e do lado um barranco. Na sua frente um bando de árvore chegando a uma velocidade maior do que o seu tempo para achar uma solução de como parar aquelas duas “ripas”. E para piorar, você tem uma curva entre as árvores e o barranco. É onde você tem que passar. O que vocês fariam?

Bem, a minha solução para parar vocês já sabem, agora cabe a cada um ter a mesma experiência para me contarem depois. Mas de uma coisa vocês podem ter certeza, eu faria tudo isso novamente. Nada no mundo paga a sensação de estar ali, mesmo sobre essas condições, mesmo tendo que subir morro acima à pé, pois até em baixo era um longo caminho e em cima daquele troço eu não desceria nem sobe tortura. Essa foi a maior experiência da minha vida, uma porque não sei se faço isso novamente, não sem pegar aula, e outra para saber que meus esportes são o futebol, tênis e corrida. Esporte de inverno, faço muita questão não. E felizmente para mim e infelizmente para vocês, ninguém fotografou isso. Bem que eu queria, mas, doido prá fazer isso lá em cima, só eu mesmo. 😀

Ah, mas e a foto acima? Estou de pé em cima das “ripas”. Não se iludam com ela, é só prá compor um álbum feliz. Aquele meu colega tirou quando consegui, finalmente, parar em cima daquele troço. Daí ele desceu e a partir daí começou o show que vocês já conhecem e não vou contar de novo. Tão achando o quê, neve é gelada e branca, mas não é mole não.

Bem, por hoje é só. Só Ed, pô escreveu prá burro e diz só? Tudo bem, avancei um pouco, foi mal, mas eu precisava desabafar com alguém e ninguém melhor do que meus amigos e familiares, é ou não é? 😀

Agora posso dormir em paz com minha consciência.

Mas antes de dormir, deixo para vocês mais uma imagem do belo riacho Lynn, no Lynn Canyon Park. Cenário do próximo passeio que farão.

Um grande abraço a todos!

De médico e louco, todo mundo tem um pouco!

Olá meus amigos. Estou aqui novamente e tenho muita coisa a contar, porém preciso dividir em partes, caso contrário essa leitura ficará bastante cansativa. Eu sei por que trabalho que nem vocês e às vezes é complicado ler um texto muito extenso. Pois bem, hoje vou contar um pouco sobre algumas particularidades de Vancouver, sob o meu ponto de vista, claro. Quero ainda contar sobre dois de meus passeios, mas deixo para o próximo texto, pois o que tenho prá contar hoje é muita coisa prá um dia só. 🙂

Primeiramente me desculpem a foto, mas foi a mais bizarra que consegui produzir para representar esse texto. E detalhe, quando tiver nem pensava em escrever isso aqui, mas aí estava fazendo um frio de doer os ossos e meu objetivo era representar isso. Paciência, ficou tão bizzara que vai representar outra coisa. 😀

No Brasil, é bastante comum andarmos pelas ruas e vermos pedintes e mendigos pelas ruas e calçadas. Aqui pedinte até achamos, porém adultos e não crianças. Mendigos alguns as vezes aparece, porém é meio raro encontrá-los. Mas Vancouver tem uma particularidade que me chamou atenção. A quantidade de maluco que essa cidade tem. Não riam não, é verdade. Estou falando sério. É um maluco a cada esquina. Para confirmar isso, pesquisei no Orkut e tem até comunidade “Medo dos loucos de Vancouver”. A coisa é séria minha gente. Sabe aquelas figuras premiadas de álbum de figurinha, que precisávamos comprar 200 pacotes prá achar uma? Pois é, aqui se acha uma dessas em cada esquina, literalmente e em forma de gente. Basta caminhar nas ruas por alguns segundos e pronto, dá de cara com uma dessas. 🙂

Não estão acreditando? Ok… Continue lendo. No final deixem seus comentários a respeito.

Quando voltava do meu primeiro passeio, eu e meus colegas pegamos o Sky Train(é como o metrô de superfície), para ir a um shopping conhecer o lugar e comermos também. Afinal eram quase 3h da tarde e andávamos desde as 9h da manhã.

Pegamos o trem, começamos a conversar (em Inglês, claro), e me aparece um sujeito que começa a falar alto dentro do trem. No início não dei muita atenção e até achei que fosse que nem aquelas pessoas que entram em ônibus e metrô no Brasil para vender trecos. Que nada, era um desses malucos. Abrindo um parêntesis, aqui os trens não possuem catracas como nossos metrôs. Você simplesmente valida o ticket, bota no bolso e vai embora, ou seja, se ninguém lhe pede o ticket, não fica nem sabendo que você validou, mas é um risco, se alguém pedir você precisará apresentá-lo. Essa é outra questão importantíssima sobre a cultura de país de primeiro mundo. Ninguém questiona se pagou ou não, mas cada um sabe da sua responsabilidade para continuar mantendo o sistema funcionando bem e com qualidade. E o estado por sua vez, retribui no mesmo nível. Bem diferente de um país que eu conheço. Esse mesmo ticket dá direito ao trem, ônibus e SeaBus(espécie de balsa que pegamos para atravessar para North Vancouver), durante um período de 1h40. Validou uma vez, começa a contar o tempo. Você pode andar quantas vezes quiser dentro desse período em uma determinada região, mas isso não vou contar agora, deixa para outro momento. Essa aqui é dedicada aos loucos… 😀

Voltando à figura premiada do trem, o cara parava de falar e depois mandava ver novamente. Comecei a prestar atenção no sujeito, sem olhar diretamente para ele claro, vai que ele acha mesmo que to assistindo ele. Maluco por maluco, guardo a minha maluquice prá mim mesmo. Para a minha surpresa, comecei a entender o rapaz(um maluco mais cedo ou mais tarde acaba entendendo outro). Acho que ele estava pensando que nós éramos uma platéia e ele o palestrante. E o pior deveria ser um assunto importantíssimo, pois a fisionomia dele era séria e compenetrada. Não entendi qual o assunto, mas o camarada falava e de repente parava como se estivesse feito uma pergunta e esperava a resposta. Ele continuava: “That it, is correct”. E começava todo o discurso novamente. Essa palestra durou o tempo suficiente para que chegasse nossa estação e termos que abandonar essa bela, ilustríssima e importante apresentação. Sem palmas, pois o discurso continuou adiante e pela animação do palestrante possivelmente não deve ter parado até hoje, mas a continuidade dessa história deixo por conta de outra pessoa.

Mais um dia de aula e estou eu voltando para “casa”. Pego meu ônibus costumeiro e me sento mais ou menos no meio. Na parada seguinte entra um senhor que aparentava ter seus quarenta e poucos anos e senta-se a umas duas cadeiras de distância da minha. Até aí tudo bem, tudo normal não fosse ele começar a conversar com alguém. Devem estar se perguntando qual é a maluquice disso, afinal todo mundo conversa com todo mundo. A questão é que não tinha ninguém do lado dele e o cara batia o maior papo. E falava, apontava algo fora do ônibus, respondia as perguntas (dele), perguntava de novo, contava algo e até brigar com o outro maluco imaginário ele brigava. Não falava alto, ficava na dele, porém batendo o maior papo prá passar o tempo na volta prá casa. A coisa é de maluco mesmo. Estão rindo? Pois é, eu também tenho horas que não consigo segurar o riso, mas fazer o quê? Fala sério? Eu me divirto aqui com isso. É o maior barato. Mas eu ainda quero descobrir o motivo de ter tanto maluco aqui. E detalhe, todos muito bem vestidos, banho tomado e etc. Não é que nem os malucos que vemos no Brasil diariamente não.

Tem histórias, como a de um carinha que falava ao celular e aparentemente brigando com alguém ao telefone celular. Urrava feito leão enfurecido. Detalhe, quando passei pelo garoto(é modo de falar, porque o cara deveria ter uns quarenta e poucos anos), percebi um leve detalhe. Falar ao celular é muito comum e encontrar alguém brigando com outro alguém também é comum, mas em todos esses casos um aparelho de celular aparece na mão do sujeito, mas na mão do nosso amigo bravio, só mesmo os dedos prá dizer que tinha alguma coisa. Outro dia voltava de uma loja com duas colegas de curso e me sai um cara do nada e pergunta (em espanhol), como vai a família e coisa e tal. Certa vez, pela manhã outra dessas figuras premiadas pára literalmente em frente ao ônibus em que eu estava e começa a berrar brigando com o motorista. Detalhe, o ônibus estava parado em frente à parada de ônibus. Não houve absolutamente nada para o cara estar naquela situação.

É ou não é coisa de doido? Quando descobrir os motivos de ter tanta gente assim aqui eu aviso, isso se eu não ficar assim também, pois trabalhar com Informática e Telecom, é meio passo prá começar a fazer bilu-bilu e chamar urubu de meu louro. Brincadeira minha??? Sugiro que pensem mais seriamente sobre o assunto. Hehehe

Por hoje é só pessoal. Estou muito cansado e preciso dormir.

Espero vê-los em breve e não esqueçam seus comentários. Só não peguem pesado com nossos “amigos” daqui. Sejam amenos, pois de médico e louco, todos nós temos um pouco. É ou não é? 🙂

Finalizo com uma foto tirada na “Lynn Canyon Suspension Bridge” que fica no Lynn Canyon Park em Noth Vancouver. Foi oficialmente inaugurada em 1912, possiu 48mts de comprimento e 50mts de altura, passando sobre o riacho que leva o mesmo nome do parque, Lynn.

Um grande abraço a todos!

O ponto é: Convivência.

Bem meus amigos, após algum tempo estou de volta com mais alguns comentários e dicas para que se deliciem juntos comigo dessa viagem. Preparados?

Primeiramente gostaria de agradecer a todas as mensagens de carinho que recebi no dia do meu aniversário. Por e-mail, Orkut, aqui no blog, enfim, confesso que me emocionei prá caramba e isso faz com que eu me sinta bastante prestigiado e feliz com os amigos e familiares que tenho. Vocês realmente são pessoas mais do que especiais e se eu não estivesse escolhido estar aqui nesse dia, certamente estaria comemorando com todos vocês. Um imenso obrigado a todos e espero um dia poder retribuir todo esse carinho. Valeu galera. Essas mensagens fizeram uma tremenda diferença prá mim aqui.

Bem, agora vamos ao texto senão a emoção toma conta novamente. 🙂

Algumas pessoas me questionaram sobre o custo de uma viagem dessas, o prazo desse planejamento, o que se deve pensar para executar esse projeto e etc. Eu deveria ter começado a escrever falando disso, porém deixei passar o bonde, mas prometo voltar a esse assunto mais para frente e matar essa curiosidade, pois agora que alcancei esse bonde, não quero deixá-lo passar novamente e perder fatos que estão acontecendo agora, “on the time”.

Uma das perguntas que fiz a algumas pessoas quando estava me preparando para viajar, foi como era ficar em casa de família e confesso que nenhuma conseguiu me descrever como é realmente viver por um tempo convivendo com outra família. Não sei se conseguirei essa façanha, mas não custa tentar. Primeiro imaginem um hotel. Esse local possui regras como dia de entrada, saída, horário de limpeza e etc. Em casa de família é a mesma coisa só que com a diferença de que você toma café da manhã e janta com os donos desse hotel. Legal não? Pode parecer estranho, mas não é. É muito natural e é aí que está o grande lance de estudar inglês fora e ficar em casa de família e não em um alojamento ou hotel. Temos a possibilidade de conviver com os hábitos e cultura do povo local ou até de outros povos, pois não é incomum alunos ficar em casas de família de outras nacionalidades. No momento em que você contrata o pacote da escola, precisamos escolher alguns itens como a localização da casa, itens que queira que seu quarto tenha como banheiro privativo, televisão no quarto, internet e etc. Tudo isso tem seu preço, claro e depende muito do objetivo de cada um. No meu caso, convivo perfeitamente bem com a família, com os outros alunos que estão aqui e todos os dias converso pelo menos uns 40 minutos, geralmente no jantar, pois no café da manhã é mais complicado por causa do horário. Eles encaram como se o aluno fosse da família. Eu mesmo preparo meu café da manhã. Abro geladeira, pego o que quero e faço. Sem muita frescura. No jantar, quando chego após o horário, eles sempre deixam a comida na mesa. Apenas pego e esquento no microondas. Simples assim. E os donos da casa dão o total apoio quando preciso de algo. Se quiserem um dia fazer o que eu fiz, não fiquem em alojamento, perde-se muito tempo que poderia ser aproveitado praticando-se em casa.

Outro ponto a ser comentado é a escola. Existe escola de tudo o que é jeito. Como eu queria uma escola que me desse uma base maior na parte de gramática e negócios, escolhi uma mais tradicional e que a faixa etária fosse de 25 anos de idade, ou seja, poucos adolescentes e com isso maior possibilidade de troca de experiências e informações. Nessa escola É PROIBIDO conversar em outro idioma que não seja o inglês. A única exceção é quando se está ao telefone(falando) ou na internet (escrevendo), caso contrário, ou se fala inglês ou eles te mandam prá casa. E quando digo “mandam prá casa”, mandam mesmo. Em uma de minhas aulas, dois coreanos vacilaram e tiveram um diálogo no idioma deles. Resultado, a professora simplesmente disse que sentia muito, mas eles teriam que sair e naquela aula eles não participariam mais. Só no outro dia.

E por falar em coreano, um fato engraçado é que a quantidade de japonês, coreano e chinês nessa cidade é absurda. E o grande desafio não é falar inglês, é tentar entender o inglês que eles falam. Vocês não tem a mínima noção da dificuldade que é tentar conversar com eles. Nas salas, brasileiro fica num canto e eles em outro, pois eles se entendem perfeitamente e nós nos entendemos também. Mas os professores acham que tem que misturar, então lá vamos nós aprender mais um idioma. RS

Aqui também tem bastante brasileiro, mas a grande maioria esquece que o português existe e manda bala no inglês. Pelo menos na escola onde estou. Também pudera, 90% deles ou pagaram do próprio bolso(como eu) ou a empresa onde trabalham fizeram o investimento, ou seja, tem que aprender e dedicar. Papai não tá pagando não.

Comentei um pouco da família, da casa, da escola e acho que já chega… No final de tudo isso faço um texto contando sobre o planejamento e aí coloco mais detalhes que adianto, não serão poucos. Tem muita coisa que acontece que só depois que chegamos e isso nenhuma agência vai falar. Coisas do tipo: horário de ônibus, uso do transporte público, quando escolhe um local não dizem a quantidade de ônibus que se pega e etc. Mas isso comento depois.

E conforme prometido, publiquei algumas fotos no Orkut. É uma pequena prévia, pois estou selecionando para colocar no Picasa para que todos possam ver com calma e se deliciar com as imagens, que confesso são fantásticas. No último final de semana visitei um parque chamado Stanley Parque, onde tem o Aquário de Vancouver. Um local fantástico e que precisa ser visitado por quem visita a cidade. Outro local visitado foi uma cidade de nome Whistler. É um pequeno vilarejo a 120Km de Vancouver que possui uma das maiores e mais belas estações de esqui do planeta e onde será um dos locais de competição dos jogos olímpicos de inverno de 2010. Se não conseguem imaginar o local, dê uma passada no Orkut e veja com os próprios olhos que vale a pena.

No próximo texto, provavelmente a ser publicado no próximo sábado, descreverei os dois passeios e adianto que não vou deixar passar nada, inclusive contar sobre minha experiência sobre um esqui.


Aguardem !!!


Me despeço de vocês com duas fotos, a primeira é esta aqui do lado, onde ao fundo está o Stanley Park.

E a segunda é esta aí em baixo, onde podem ver o vilarejo de Whistler com vista de um teleférico.

Agora pensem num lugar frio? Pensou? Adicione gelo e aumente a temperatura do congelador… É mais ou menos perto disso. Mas foi o lugar onde escolhi para passar meu aniversário, fazer o quê… 🙂

Um grande abraço a todos!

Um pouco mais de cultura!

Perguntas e comentários não param de chegar, e vocês imaginam o bem que isso faz quando se está sozinho, longe de casa, da família e dos amigos. Principalmente quando seu próprio aniversário está batendo à porta. Mas, escolhas são escolhas e a decisão foi minha. Adianto que não me arrependo em hipótese alguma, e faria novamente, tenham certeza disso. Ainda mais depois da quantidade de recados que tenho recebido. 😀

Pois bem… Vamos ao que realmente interessa.

É mais do que óbvio que estou me deparando com uma série de coisas inéditas em relação à cultura local. Primeiro que as casas aqui possuem um estilo europeu e não deve ser atoa que aqui se chama Vancouver BC (British Columbia), ou seja, uma cidade da província canadense de Columbia Britânica. É uma cidade com população que gira em torno de 550 mil habitantes e fica localizada na costa do Oceano Pacífico. A grande maioria das casas são de madeira, para não dizer todas, pois até agora não vi nenhuma que seja de alvenaria. Isso pelo fato do frio que faz aqui, conforme mencionei no texto anterior. Em geral essas casas não possuem muros ou as que possuem, os tem, porém baixos e com cerca viva. Portão nas casas é algo que raramente vejo e os carros ficam nas garagens totalmente abertas. As casas, geralmente são identificadas pelo número e pelo nome da família que ali mora. Um exemplo é onde estou e possui as seguintes informações: Número, nome da família (no caso “The Carrs”) e ainda se na casa animais de estimação são ou não bem vindos. É isso mesmo, tem um adesivo na porta dizendo: “Sim, gostamos de animais de estimação. Eles aqui são bem vindos!”.

No interior das casas, são totalmente carpetadas e isso faz com que o frio fique isolado do lado de fora. Lixo, somente para produtos recicláveis como papel, plástico e etc. Lixo orgânico é jogado na pia da cozinha, onde abaixo do ralo possui uma espécie de triturador que destrói tudo o que passa.

Outra coisa que me chamou a atenção no meu primeiro dia aqui. Estava cansado da viagem e quando entrei em casa, me perguntaram se estava com fome, sede ou se queria alguma coisa. Disse que queria um pouco de água e já de cara comecei a tentar achar o filtro. Cadê o filtro? Mostraram-me onde ficam os copos e me apontaram para a torneira. Isso mesmo, torneira. Como marinheiro de primeira viagem e como a sede tava grande, peguei copo e bebi água da torneira mesmo. Achei aquilo estranho, mas, bebi. E detalhe, água gelada. Também pudera, do lado de fora estava fazendo 0 grau. Abrindo um parêntesis, todas as torneiras possuem dois estágios, um de água quente e outro para água fria.

Pois bem. Passado o primeiro dia, lá estou eu na escola e começam a fazer as apresentações da estrutura da escola, regras, instalações e etc. Em um determinado momento, a diretora da escola virou e disse: “Se quiserem água, podem pegar da torneira. É estranho para muitos aqui, eu sei, mas a água que sai da torneira é filtrada.”. Entenderam porque não tem filtro? E detalhe, aquele gosto de cloro (e outras coisas mais) que estamos acostumados no Brasil, não existe aqui não. E se existe, esconderam muito bem. 🙂

Bem, por hoje é só. Preciso descansar um pouco, pois a semana não foi lá muito tranqüila. As aulas estão cada vez mais puxadas. São três blocos de 2 horas cada, por dia, sendo que o primeiro começa às 11h, o segundo as 13h30 e o terceiro às 16h, totalizando 6 horas com 30 minutos de intervalo entre cada bloco. Estavam achando que a vida aqui seria mole? Não é bem assim não. São férias, mas tem trabalho também. Confesso que tem um certo prazer nisso, mas não está mole não. Porém esse é um assunto para o próximo texto. Afinal, o sono ta batendo e o final de semana chegando, e junto uma série de atividades me aguarda.

A propósito e para matar a curiosidade de muitos, as fotos acima são da casa onde estou “morando”.

E aguardem, porque vem aí as primeiras fotos da viagem.




Mas para os mais apressados, uma pequena amostra do que está por vir.


Salute!!!

And have a good weekend!

Educação e Cidadania – Existe alguém quem tenha!

Primeiramente quero agradecer aos comentários do último texto e gostaria de pedir um pouco mais de tempo em relação às fotos. Infelizmente ainda não tive tempo para sair além do centro da cidade para conhecer os demais lugares, mas certamente irei conhecer. Ainda estou em meu 4º dia aqui. Tenho algum tempo ainda… hehehe

E também perdoem os erros de português, pois o tempo é curto e na ânsia de escrever acaba saíndo coisa com erro de ortografia que nem o corretor do Word consegue pegar.

Nesses últimos dias recebi uma série de questionamentos relativos à cidade. Então vamos por parte que tentarei, aos poucos, abordar esses questionamentos, ou pelo menos o que eu me lembrar e der tempo, afinal, não estou aqui só para passear, estudar, etc. Dormir também faz parte do pacote. 😀

O Frio…

Pois é Paty, o frio … rs

Essa foi uma questão delicada e que foi abordada por todos os que ficaram sabendo antecipadamente dessa viagem. Pois bem. Esse tal frio que um bando de gente andou me falando para tomar cuidado, felizmente minhas roupas de frio estão dando conta do recado e até o momento esse frio não está incomodando. A temperatura nesses dias gira em torno de 1 grau aproximadamente e não varia muito, mesmo durante a noite. A sensação térmica é que varia um pouco, devido ao vento, mas como não venta muito por aqui nessa época, ando deixando o frio de lado e indo curtir minha viagem.

Mas para quem pensam em vir para cá passar uma temporada, fique tranqüilo, pois todos os locais fechados são aquecidos, inclusive dentro dos ônibus e metrô.

Por falar em ônibus. Chego ao ponto para pegar o ônibus para ir à escola. Primeiro dia. Parou, entrei e … onde foi parar a catraca? Aqui os ônibus não têm catraca. Existem urnas para validação dos tickets. Ao entrar no ônibus coloca-se o ticket na urna, que mais parece aqueles de estacionamento no Brasil, aguarda a validação e o pega de volta. Daí só curtir a viagem e uma tremenda lição de educação e cidadania que nosso sistema de transporte deveria receber aí no Brasil. O motorista mais parece passageiro, pois sempre quando entra um escuta-se um belo de um bom dia, de ambas as partes. Raros são os momentos em que não se ouve isso. Idoso e pessoas com dificuldade de locomoção ou com carrinho de criança, tem atenção especial. Parou o ônibus a suspensão abaixa até quase no nível do meio-fio e o passageiro entra. Detalhe, os ônibus não possuem degraus. E o motorista só anda quando vê que esse passageiro se encontra em segurança. A quantidade de pontos de parada também é espetacular, parece ter um a cada 200 metros. Perdeu uma parada, pode ficar tranqüilo que se descer na próxima não terá que andar muito, apenas alguns metros. Nada que seja traumático. E outra coisa me chamou muito a atenção da população. Ao que o motorista abre a porta para descerem, ouve-se também um sonoro “obrigado” e outro maior ainda “disponha”, vindo do motorista. As vezes penso que estou literalmente em outro mundo. Mas enfim, estou no planeta Terra e existe sim lugares onde haja respeito e cidadania. É claro que vejo algo que foge a isso, mas aqui, essas coisas são exceções e não a regra.

Quer sair de casa de bicicleta e pegar um ônibus para acabar de chegar ao destino? Também pode. Alguns ônibus são equipados com suporte para bicicletas na frente. Você avisa ao motorista, ele aguarda você colocar a bicicleta e entrar no ônibus e daí, boa viagem meu amigo. Legal não? Fico pensando isso aqui no Brasil. Além de ser capaz de passar por cima do sujeito ainda diz que estava atrapalhando o trânsito.

Trânsito. Esse é outro assunto interessante por aqui. Também existe respeito. Até hoje, poucas vezes vi um carro acessar a faixa destinada exclusivamente aos ônibus. Mas também acontece algo engraçado em relação a isso. Basta ver um carro impedindo a passagem de um ônibus, o cara enfia a mão literalmente na buzina e só solta quando o indivíduo do carro da frente se tocar e sair do lugar que não é dele. Mas foi apenas nessas horas que vi alguém usar a buzina por aqui. E o contrário, ônibus entrar em faixa que não é a dele, só ocorre quando existe um carro estacionado na rua. Isso pode ocorrer em um local que tenha vaga de estacionamento. Nesse caso o ônibus avança para a faixa comum e retorna imediatamente após passar o carro estacionado. Não existe o fato de querer levar vantagem no trânsito e competição entre carro e ônibus. E não vi engavetamento de ônibus e muito menos de carro. Quando um ônibus está cheio, o motorista pede, não manda, para os passageiros aguardarem o outro ônibus, pois aquele não cabe mais passageiro algum. Vocês podem estar imaginando que esse parece já uma lata de sardinha, não é mesmo? Errado, está cheio, o que é diferente de totalmente lotado saindo gente pelo ladrão. Nesse não discuta ou tente dar o jeitinho brasileiro, apenas aguarde o próximo, pois certamente estará mais vazio. A primeira vez que vi não acreditei, mas… Só vendo para acreditar.

Bem, acho que já escrevi muito além do que poderia, mas antes de encerrar, apenas mais um comentário em relação à sinalização de trânsito para motoristas e pedestres. Todas as ruas (pelo menos pelas que andei), do centro da cidade e no bairro onde estou morando, e que possuem semáforos, possuem tanto para carro quanto para o pedestre. Parece brincadeira, mas aqui não tem essa de ficar olhando para o semáforo específico do motorista para ver se ficou vermelho e poder atravessar a rua. Existe sempre um para o pedestre se orientar. E assim evita que pegue um semáforo de mais de uma fase e pregue uma peça no pedestre. Abriu o semáforo para você naquela rua, pode atravessar que a faixa é sua. Mas uma sugestão, é bom atravessar rápido, pois os tempos para se atravessar a rua é extremamente curto. Isso foi algo que a princípio achei ruim, mas pensando melhor estão certos. A rua não foi feita para fazer desfile andando de qualquer jeito. Objetividade. Atravessar é rápido. Quer passarela, ande na calçada. Deve ser por isso que ainda não vi engarrafamento por aqui. 🙂

Espero que tenham apreciado mais esse texto e reitero que quando as fotos saírem do forno eu as publicarei. Ninguém mais ansioso do que eu para tirá-las, não é não? 😀

Um grande abraço a todos!

Edwagney



A propósito, antes de irem embora, tenho um quiz para vocês.

Alguém seria capaz de deixar esse carro estacionado na rua totalmente aberto e no Brasil?

Não precisam me responder, mas adianto que esse aí ficou estacionado em frente à escola por pelo menos umas 4 horas. 🙂

Narrativa de uma sonho – Parte 1


A contagem regressiva acabou. Agora sim posso dizer… FÉRIAS!!!

Então meus amigos. Conforme prometido estou eu aqui novamente e tentarei passar alguma das coisas que estou vivenciando por aqui. Alguns de vocês já devem ter vindo para essas bandas de cá, mas quem não veio, esse texto pode servir de motivação… E quem já veio, pode relembrar, diante de uma outra visão, o que viveu por aqui.

Hoje falarei sobre a viagem. Tirando a motivação de ser uma viagem internacional, tinha tudo para ser extremamente cansativa, como realmente foi. Saí de São Paulo às 23h. O vôo deu uma atrasada por conta de alguém que creio eu passou mal dentro do avião. Não sei contar ao certo o que houve, mas do nada apareceu uma ambulância na pista e subiram os paramédicos. Bem, se tinha ou não alguém passando mal, resolveram o assunto e levantamos vôo.

Dentro do avião, a preparação para enfrentar as 11 horas de vôo que separam São Paulo de Toronto. Após o avião entrar em rota de cruzeiro começa o serviço de bordo. Aquela comida de sempre de avião. Nunca dá para matar a fome, porém não deixe que ela incomode até você dormir. Dormir… Essa é outra questão. De que jeito. A tal da poltrona não abaixa mais do que alguns graus e dormir tem que ser sentado mesmo, mas fazer o quê. Relaxar e tentar, literalmente dormir. Para ajudar fiquei escolhendo o que eu queria assistir na TV… É… É isso aí. Nesse vôo cada passageiro tinha a sua tela portátil de LCD fixada no encosto de cabeça da poltrona da frente e assim sucessivamente. No “cardápio” havia filmes, seriados de TV, Notícias, Esportes, músicas de diversos artistas e etc. Não deu prá olhar tudo porque o sono tava chegando. Mas deu tempo para assistir ao filme Beowulf. Diga-se de passagem, um excelente filme. Consegui cochilar e acordar pouco antes de servirem o café da manhã e de novo a mesma forma. Sem se satisfazer, porém sem deixar a fome bater forte.

Pousamos em Toronto. Neve prá tudo o que é lado no aeroporto. Do lado de fora, claro. Do lado de dentro tava tão quente que não precisei tirar de casaco. Mas dava prá imaginar o frio do lado de fora. Pois bem. Cheguei com tempo de sobra para a conexão e a passagem pela alfândega. Entrevista com um agente, mais um e mais outro e finalmente estou no saguão aguardando o vôo para Vancouver. Essa brincadeira deve ter demorado umas 3 horas até o avião levantar vôo. Já contabilizei 14 horas de viagem. Avião decola e preparação mental para mais 4 horas aproximadamente até Vancouver. No avião, a mesma estrutura de TV. Já na parte de alimentação, se quisesse comer, só pagando. Oferecido pela companhia só refrigerante, suco e etc. Comprei um sanduíche, que não me lembro o nome, mas deveria para nunca mais pedir novamente e ainda nem indicar a vocês. Mas no vôo de volta pego o nome do danado. A questão era que ele não era ruim, mas tinha uma folha que parecia aquela raiz forte (wasabi), da culinária japonesa. E tinha muito. Pense comer alguma coisa com meia colher dessa raiz? Era mais ou menos isso, mas eu tava com fome, fazer o quê. Mandei prá dentro. O bom é que as narinas ficaram excelentes depois disso. hehehe

Finalmente, chegada a Vancouver. Pego minha bagagem boto num taxi rumo à minha nova casa. Chego caindo de cansaço, sou recepcionado pela família dona da casa que me apresenta o quarto de vos escrevo, as demais dependências da casa, as regras e horários que preciso seguir. Falando assim parece chato e rígido, mas não é. É bem tranqüilo. É como se estivesse em um hotel, porém podendo comer na mesma mesa e conversar diariamente com os donos. Resumindo é mais ou menos isso.

Subi para o quarto, desfiz a mala, após saber que na casa tem acesso wireless (espetáculo) conectei meu micro para falar com a família e fiz questão de não descansar, pois por conta do fuso precisava me acostumar o quanto antes com isso. Aqui são 5 horas a menos que no Brasil. Para ter uma idéia mais precisa, aqui agora são 22h30 e no Brasil 3h30 da manhã. Pouco tempo depois John, o dono da casa, me chamou para dar uma volta pelo bairro, onde me mostraria o local, compraríamos os tickets para o ônibus e onde eu iria pegá-lo para poder chegar à escola. Praticamente um mini tour pelo bairro. Nessa caminhada já deu prá perceber a grande diferença em relação ao Brasil. Uma imensa tranqüilidade e tudo com uma organização só. Todas as ruas sinalizadas e a sinalização sendo respeitada. Isso em pleno domingo com as ruas praticamente desertas.

Voltando para a casa, chegou a hora do jantar. Macarrão ao molho bolognesa… Não preciso dizer que estou em casa, preciso? hehehe
Depois de comer… Descanso, porque além de eu não ser de ferro, estava quase dormindo sentado e dessa vez nem iria reclamar.

19h30 da noite… O Ed foi dormir…

Hoje, fico por aqui também, mas aguardem a próxima narrativa. Contarei um pouco do que foi meu dia no ônibus, na escola e perambulando pelas ruas de Vancouver.

Um grande abraço a todos e espero que tenham curtido tanto quanto eu esse início de viagem.

Edwagney
Ps: Os personagens da foto que ilustra a narrativa de hoje são: John(anfitrião), Penny(cachorro da casa vizinha) e Eu! 😀

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